1 de setembro de 2017

Sobre anjos e fantasmas...

(Colagem S.C. Zerbetto)

Bom dia!

O Jogo do Anjo, de Carlos Ruiz Zafón. Comecei a ler esse livro há mais de um ano atrás, mas apesar da atmosfera envolvente, acabei parando. Não me lembro o motivo - posso ter sido distraída por outro livro, pela vida, sei lá. Retomei a leitura ontem para me perguntar porque parei. O livro é fascinante. Agora vou até o fim!

E a deliciosa saga napolitana de Elena Ferrante continua - ainda no longo segundo volume, A História do Novo Sobrenome. Sabe aquelas reuniões de família onde as mulheres se reunem para contar histórias e fofocas? Pois é, esses livros me deixam a impressão do lado bom disso. Estou me identificando muito com a narradora, até em alguns erros que ela comete, nas a outra personagem central, a Lila, ainda permanece um certo mistério para mim. No momento, não estou gostando muito dela.

E teve leiturinha sim! Ghosted, de J.M. Darhower parece ser o que eu estava procurando.

(Colagem S.C. Zerbetto)

Três livros ao mesmo tempo. Nada mal, não é?

Boas leituras!

:-)

S.

(Colagem S.C. Zerbetto)

Livro do dia: A Loteria e outras histórias. Shirley Jackson

(W. Kandinsky)

Esse livro fez parte das minhas leituras obrigatórias para a escola nos Estados Unidos. Causou-me forte impressão na época. O conto principal - A Loteria - é uma verdadeira aula de filosofia do Direito (o que só fui descobrir anos e anos depois, é claro).

Título:
A Loteria e outras histórias (The Lottery and other stories)

Autor:
Shirley Jackson







Sinopse:

A Loteria (The Lottery), de Shirley Jackson's "The Lottery" é uma obra prima memorável e assustadora, marcada por uma tensão que cresce continuamente sem qualquer motive aparente. Emu ma cidade, os habitants se encontram reunidos para sortear o número vencedor da loteria annual. O que haveria de assustador nisso?

Fonte: Goodreads (tradução livre)

Ano de publicação:
1948

Edição em português:
Não consegui localizar.

Indicado para:
Adolescentes e adultos

(W. Kandinsky)

Livros de cabeceira














Cada leitor faz o seu próprio livro. E as grandes obras-primas são aquelas que funcionam para todos.

Arturo Pérez-Reverte

Livros e leitores: John Schirmer







A literatura é uma utopia. A sua razão de ser é criar um mundo perfeito, de beleza, ordem, coerência. E as grandes obras literárias conseguem-no. A utopia deve ser vivida com esse tipo de perfeição na música, na pintura, na poesia; perfeição que, na vida real, nunca alcançamos.

Mario Vargas Llosa

As leitoras de Pierre-Auguste Renoir 4